Fotografia

O instante é a célula principal do presente. A fotografia é um presente da natureza pra existência. Afinal, é a memória que diz o que foi presenciado.

Palco

Resgistro da iluminação de Nina Balbi durante apresentação da cantora Mari Jasca, em junho de 2025, Teatro Sesi/Firjan.

Cobertura de apresentações musicais desde 2010: MG, SP e RJ.

Entre 2013 e 2017, foi coordenador das redes sociais da OSB.

Apresentação de cabaré contemporâneo na Fundição Progresso. Teatro de Anônimos, Rio de Janeiro – Novembro de 2015. Direção: Rafael Kalil.

Registros das dançarinas do bloco Virtual, durante ensaio no MotoCerva: @natini___ @taiscomo_ @dandapatroclo.

Rua

Trabalho etnográfico realizado durante o carnaval carioca de 2025. Teve como regra a utilização da lente Ef Canon .50mm / 1.8. O foco esteve nos fazedores do carnaval (músicos, musicistas, pernaltas, trabalhadores). Foram cerca de 20 apresentações durante o pré, os quatros dias de carnaval e o pós.

Tecnomacumba

Zona do Mangue

A Nova Bad

Canários do Reino

Desculpe o Transtorno

Cobertura das manifestações ocorridas no Rio de Janeiro entre maio e outubro de 2013.

Registro

Registro de obras de Artur Bispo do Rosário exibidas durante a Bienal de 2012.

Séries

Em 2013 participou de processo seletivo para professor no Instituto de Artes e Design da UFJF. Uma das etapas foi uma prova prática. Utilizando a técnica de “panning”, obteve a nota máxima.

O “Rio que me sangra o céu” foi uma deriva decorrente das angústias de viver em uma cidade assolada pela contradição e as buscas pessoais e coletivas que sempre me afligiram. Ele data entre 2014 e 2016. Segue trecho do texto original baseado nas lições deixadas por Sidarta Gautama. VEJA

Um dia qualquer numa praia carioca: trabalhadores, banhistas, aviões e helicópteros.

Do tempo em que o João morava no Andaraí – era 2014/15 e tinha como hábito, para aliviar a alma da angústia do incerto, a fotografia do meu entorno. As fotos e o texto de #Texturacidade são dessa época em que morei na rua Carvalho Alvim, na região da Uruguai, fronteira da Tijuca com o Andara:

Do tempo em que o João morava no Andaraí – era 2014/15 e tinha como hábito, para aliviar a alma da angústia do incerto, a fotografia do meu entorno. As fotos e o texto de #Texturacidade são dessa época em que morei na rua Carvalho Alvim, na região da Uruguai, fronteira da Tijuca com o Andara: